24 de novembro de 2008

Gaita, Volta e Qualquer merda

Alguém aí tem reparado como ultimamente, se é que um post a cada quinze dias pode ser definido como "ultimamente", meus posts quando não estão reclamando de alguma coisa, estão dando uma desculpa pra outra?

Bom, se vocês não repararam, morram.

O que importa é que EU reparei. E cheguei a conclusão que eu pareço uma prostituta velha que não consegue arranjar emprego de garçonete. E pra largar a mão de ser baitola reclamão eu pensei em fazer algum post com um tema mais pra cima.

Não que estar no fim do ano, ainda fodido na faculdade e mais sem dinheiro do que jamais estive em toda a minha existência me dêem credenciais para fazer um post "mais pra cima".

Mas é quando as notícias boas lhe falham que você percebe como uma novidade velha pode ser útil.

Seguinte: eu sempre fui um músico frustrado, sou vocal de uma banda aqui e acolá, mas nunca tive formação musica em merda nenhuma. tenho um violão a mais de oito anos e nunca tirei mais do que "Seven nation army" dele. Não por total falta de esforço, mas sim por total descordenamento motor. Não preciso dizer que isto aumentava ainda mais minha carga de frustração e rancor para com o mundo, né?

Pois bem, acontece que de umas semanas para cá eu venho tendo aulas do tanguíssimo instrumento que é a GAITA. Eu particularmente acho um instrumento foda e tal, mas não foi só o fato de estar realmente aprendendo a tomar um instrumento que me deixou dando saltinhos de felicidade, a sensação de estar aprendendo música é, ao mesmo tempo, uma das sensações mais homosided e gratificantes da minha vida. Até porque a gaita é um instrumento que exige que eu fique fazendo "lingüinha", o que, meus amigos, é MUITO gay, mas ao mesmo tempo, eu estou chegando a conclusão que, não, eu não sou imbecil demais pra aprender música!

Vocês sabem o quão foda é isso?

Não?

Eu não vou me dar ao trabalho de explicar em detalhes, mas devo dizer que foi mais foda do que quando eu notei, sozinho, que assim como eu, todas as pessoas do mundo só faziam aniversário uma vez por ano. Eu fiquei feliz pra caralho, sabendo que meus primos só ganhavam um presente de aniversário por ano também.

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6 de novembro de 2008

Post especial? Não, ainda não...

Pois então, galera do meu Brasil, após lançar minha campanha democrática pela escolha do tema do meu sexagésimo post eu cheguei a duas conclusões:

Primeira: O Blogger é completamente maluco e me enganou, na verdade eu ainda estou no post 57, por isso o post 60 ainda vai demorar mais um pouco...

Segunda: O cara que inventou a democaracia é um imbecil retardardo. Sério. As pessoas podiam simplesmente chegar a um conseso entre si e declara-lo publicamente para seu inquisitor, mas nããão, elas têm que dar opiniões diferentes e fazer com que você tenha que escolher qual delas é a mais apetitosa para o momento...

Percebam que nenhuma das conclusões foi realmente boa, fator esse que me leva a uma TERCEIRA conclusão: Tentativas democráticas e interativas só irão me trazer frustrações e raiva. Por isso eu acho que irei passar a fazê-las com menos frequência ainda (isso é, nunca mais).

Mas bem, como este ainda não é o sexagésimo post, e o fator "Blogger está contando para você" pode ser completamente ignorado eu resolvi estabelecer um número cabalístico para este post aqui, será 57. Sim, eu agora sou ditatorial até mesmo com a matemática. Foda-se se você olhou para minhas tags e contou cinquenta e oito ou cinquenta e nove, pelas minhas não-contas este é o quinquagésimo sétimo post e ponto final.

Foi bom ser democrático com vocês.

Update! ->
Sim, eu quase ia me esquecendo! A enquete ainda está no ar, até chegarmor ao sexagésimo post ela ainda vai estar valendo (mesmo que ninguém mais vote por lá...) por isso, se você mudou de idéia ou qualquer coisa do tipo, ainda dá tempo de opinar.

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28 de outubro de 2008

Democracia por aqui? Quase.

Bom, consegui um tempo para escrever alguma coisa, galerinha do mau. E olha só, justo quando estou prestes a atingir meu sexagésimo post!
Por isso eu gostaria que vocês, meus leitores mais assíduos (e possivelmente únicos, após esse período de inatividade quase interminável), escolhessem o tema o qual eu deveria abordar.



Como eu não qeuro que isso aqui vire a casa da mãe Joana eu tomei a iniciativa de selecionar previamente os assuntos os quais eu me disponibilizo a destrinchar. Vocês realmente acharam que eu iria ser cem por cento democrático né?

Tolinhos

Mas vamos lá, são os temas:

Música;
Cinema;
Teorias Infundadas;
E por último, porém não menos importante: Nerd Stuff.

Eu sei que os temas estão aprecendo meio vagos, mas é por aí mesmo. Se alguém quiser dar uma opinião mais específica (Tipo: "Porra, fala dos paralamas cara!"), esteja à vontade. Contanto que esteja dentro da categoria.

Dêem a opinião de vocês pelos comentários. Assim que eu achar que pessoas o suficiente se disponibilizaram a opinar, irei preparar o magnífico post para vocês.

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24 de outubro de 2008

Eeee...

Fodam-se!

Isso mesmo, fodam-se!

Por que? Porque sim oras!

Certo, vou dar um pouco de nexo à este post, só para não dizerem que eu estou esculhambando tudo por aqui e que eu perdia vontade de (o NOES mais uma palavra de BICHA!) blogar.

Eu não perdi porra nenhuma, vão tomar no cu. Eu só estou mais fodido do que nunca na faculdade, não é questão de "Provas, mimimi". É questão de, "CARALHO TIREI UM E MEIO, O PROFESSOR ME ODEIA E MINHAS OUTRAS CINCO CADEIRAS ESTÃO AINDA MAIS ENROLADAS!".

Como não pretendo ficar mais seis meses vendo o mesmo maldito conteúdo eu taquei uma bomba mental nesta porra desse blog, abri uma pasta de rascunhos na minha mente e irei esperar minha situação acadêmica deixar o status de "caótica" para "suportável".

Até lá, basta ler o início do post para entenderem a mensagem: Fodam-se!


(Sim, eu estou mais mal educado do que nunca, deve ser reflexo do tempo estudando...)

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6 de outubro de 2008

Ah! A Política!

Então, voltei. Urras, bla bla bla e foda-se.

Super divertido né? Eu sei que é.

Bom, todo esse tempo fora me fez pensar seriamente no tema que eu iria relatar por aqui. Acabei por decidir o tema domingo à noite, depois dessa parada escrota de eleições.

Não que eu seja um sujeito com uma mentalidade antipolítica, que ache que todo político é ladrão e tal. Afinal eu acho que essa opinião é aleatória e superficial demais. O lance é que eu sou um cara que não tem paciência nenhuma com a principal prática da política. A politicagem.

Sério, não existe parada mais pé-nos-ovos do que um sujeito altamente politizado querendo fazer campanha com você.

E a pior raça de gente altamente politizada que quer fazer campanha com você é, claro, o Petista. Nada contra o PT, pelo menos nada neste post. Minha raiva é realmente focada nessas testemunhas de Jeová da política.



-E nas palavras do profeta Luiz Inácio, irmã, "Não há nada que seja feito por um Dirceu que não possas superar.", Aleluia!!


O petista não tem limites, não tem hora, não tem nenhum semancol. Ele também não tá nem aí pra quem é o candidato ou qual o passado do sujeito, tudo o que importa é que ele é do PêTê e isso é maior do que qualquer coisa no universo. Um petista seria capaz de chupar as bolas de mais de trezentos militantes de direita, se isso fosse capaz de trazê-os para o lado vermelho da força. Porém nem tudo são rosas, e ao invés de adotar esta tática (que acredito eu, seria MUITO mais eficaz e agradável) o petista resolve por se tornar um chato imensurável. Mas um chato muito chato mesmo. Se você nunca encontrou com um, é difícil explicar o quão chato é um petista, mas vá, pode-se dizer que um petista é mais chato que... Uma verruga no pau, talvez. A comparação ficou bem abaixo do desejado, mas já é um começo pra você imaginar. mas lembre-se, um petista é SEMPRE mais chato do que a coisa mais chata que você conseguir imaginar.

Somente um petista é capaz de uma cena como estas. Você, num bar, duas da matina, ingerindo cana com seus amigos, quando de repente encontra com um conhecido. Como todos sabem, encontrar com um conhecido num bar é motivo claro para uma conversinha de merda, uns brindes e pronto. Então se segue o tal diálogo:

Você: Opa! E aê fulano!

Petista: Rapaz! Quanto tempo hein?

Você: Verdade! E aí como tás?

Petista: Ah, numa boa. E você como tá?

Você: Pô, numa boa, bebendo aqui nesse bar né? O cara não precisa de mais nada!

Petista: Verdade, mas sabe como é...

*E então o cara se levanta, bate com o copo na mesa, e bradando a plenos pulmões faz o moviemnto de quem vai brindar*

Petista: O POVO QUER, O POVO GOSTA! MEU PREFEITO É JOÃO DA COSTA!!!!

Você: Err, é claro, isso.... caralhoqporraéessaDude?? o.O


Então você e seus amigos, sem ter o que falar, dão um risinho amarelo, todos no bar que ouviram (isso é, TODOS NO BAR) olham pra vocês com aquela cara de "Então boy..." e vocês sentem que a última pessoa coma qual vocês queriam ter se encontrado nesse bar era com uma porra dum petista.

Essa situação acima foi basicamente uma compilação de diversas cenas vividas/presenciadas por minha pessoa. Talvez eu simplesmente atraia essas porras, mas é impressionante, todo petista que eu conheço é um chato incomparável.

Caralho, se tu gosta tanto de política, vai dormir no comitê do teu candidato e fazer comício o dia todo. Eu to pouco em fodendo pra essas porras de candidatos. Se eu tivesse interessado em saber as propostas desse puto EU tinha perguntado. Ninguém quer ouvir meia hora de papo pré-fabricado à respeito do seu candidato preferido, caralho! Então vá socar seu santinho na bunda de vossa mãe por que eu tenho mais o que fazer.

E sim, o assunto de hoje se fez de maneira curta, mas até por que ficar falando como um petista é chato é chover no molhado. E se vcê é um petista e se ofendeu, queira fazer o favor de foder-se, por obséquio.

Obrigado.

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29 de setembro de 2008

Fudeu GERAL!

Todos aqui sabem o que significa a expressão "Fodeu geral!", mas eu os pergunto se vocês têm a real dimensão da expressão.


Fodeu geral! Foi o que disse Billy ao descobrir que derrubando uma gota d'água numa porra dum bicho de pelúcia que se mechia sozinho o tal bicharoco se transformaria na maior PUTARIA de todos os tempos.


Caralho! Cadê a porra do bichinho de pelúcia que tava aqui?? Aaaah!!!

Nunca, eu disse NUNCA duvide de um velho vendedor chinês de chinatown. Se ele diz que não é pra você alimentar essa merda de bicho depois da meia noite, simplesmente NÃO alimente este caralho! E nada de molhar também, afinal esse é o único animal (ou sei lá que merda é essa) que se reproduz por... Osmose eu acho.

De qualquer maneira, vocês sacaram a dimensão real da expressão? Espero que sim, pois é mais ou menos essa a dimensão da merda em que eu me meti.

Sempre me falaram: "Porra, direito é simples mermão! Basta você ler um textinho aqui e acolá e tá tudo novo!". Bom, o que ninguém avisou é que "um textinho aqui e acolá" são mais de cem páginas por matéria (isso por baixo), além de fazer trabalhos imensos (porém completamente inúteis), sem esquecer, é claro, das leituras complementares que são (perdão pela quase repetição de palavras...) COMPLETAMENTE indecifráveis. Sério, eu não compreendia muito bem como um texto poderia ser indecifrável até ler alguma coisa de "Introdução ao estudo de direito DOIS" ou do magnífico Bobio. Não, eu não me lembro do primeiro nome deste filho da puta, mas ele que se foda, já que este maldito também não teve nenhuma consideração pela minha pessoa. Acredito que o maluco em questão tenha aprendido a escrever numa língua própria, onde todas as palavras têm significados completamente diferentes. Mesmo as que são escritas exatamente iguais e (parecem) ter sido postas nas frases da mesma maneira.

O resultado é que hoje eu acabei de me foder com grande estilo em uma das minhas provas, a segunda prova que fiz hoje também deu pra dar uma fodidinha e eu nem comentei que durante o período de estudo para as próximas provas da semana eu terei que fazer uma resenha dum texto escrotérrimo para somar com a nota de uma das minhas matérias.

Resumindo: Sem mais textos essa semana.

Fui.

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27 de setembro de 2008

Teoria da Localidade.

Algum de vocês já percebeu como a vida é feita de situações de "Caramba que legal estar aqui" e "Puta que te pariu que porra eu estou fazendo aqui?".

Se não, parem pra perceber.

Eu acabei chamando isso pelo pomposo nome de "Teoria da localidade". Não que o nome ilustre completa e perfeitamente o conceito da coisa, mas eu achei legal e chamativo. Se já existe alguma teoria com esse nome, bom, o autor dela terá que se resignar à sua insignificância e mudar o tal nome, afinal teoria nenhuma é tão expetacular ao ponto de superar a minha e, assim, me fazer mudar de nome. Se bem que quando minha teoria passar a ser uma lei, ficarei feliz em modificar para "Lei da localidade by: Motta. Beijem minha bunda" E não adianta fazer birra, autores de livros de sociologia, o nome de uma lei JAMAIS pode ser modificado.


Estudantes de ciências sociais, esse será seu livro de cabeceira.


Agora irei ilustrar para vocês mais profundamente a tal teoria. Ela diz que a vida é composta basicamente dos momentos "Ai meu Deus, o que eu tô fazendo aqui?" e "Aê! Ainda bem que eu estou aqui!".

Claro que a soma dessas situações não vai dar cem por cento da sua vida, existem as situações em que você não pensa em porra nenhuma. Inclui-se aí: tomar banho, comer, cagar e, quem sabe no caso de você ser maior de idade, dirigir. Obviamente qualquer uma destas situações podem acabar se enquadrando numa das categorias acima citadas, se por exemplo, você não for maior de idade, tenha roubado o carro do seu pai e tenah acabado de ser parado por um guarda de trânsito, mas eu só estou considerando quando você as faz mecânicamente.

Mas como funciona isso, então?

É o seguinte, preste atenção em alguma atitude simples. Vou considerar a velha largada de barro, porque é muito mais fácil exemplificar de maneira hilária com alguma coisa bizarra e ao mesmo completamente natural como dar uma melada na porcelana. Pense bem como o simples ato de botar os marinheirinhos pra nadar pode ser algo bom e ruim. Imagine que você está num shopping, com a namorada (ou aquela garotinha linda que você descolou o telefone no caixa do supermercado e, CARALHO, ela aceitou sair com você) quando de repente você é açoitado por uma pontiaguda investida vinda do seu intestino. Com toda certeza essa será uma cagada memorável, no pior sentido possível. E com toda certeza também, no exato momento em que você estiver defecando, seja no banheiro imundo do shopping ou seja na frente da moçoila (eu sei lá se você conseguiu segurar...) você estará pensando "Puta que PARIU! O que caralhos eu estou fazendo aqui??". Porém se a situação for outra, e na verdade você estava dirigindo para casa, quando sentiu exatamente a mesma pontada no intestino, mas desta vez sua casa estava perto o suficiente e você teve todo o tempo necessário para chegar e dar aquela MEGA aliviada (com direito a um suspiro de "aaaaaah meu deus", enquanto a galerinha dava os mergulhos na bacia) você com certeza estará pensando "Putz, que belo lugar para eu estar agora!".

Eu me dei conta disso hoje, eu acho, enquanto analisava mais um fumo fatal pelo qual eu havia passado. Poupando-os dos detalhes sórdidos eu posso resumir que, eu havia acabado de perder uma noite de cana, mulher e musica boa, num bar bom e barato por causa de um celular fora de área e um desencontro de horários. As coisas mais inaceitáveis para um mundo globalizado e que vive na era da internet dois ponto zero, mas fazer o que, como diz o Earl, é o Karma.

O negócio é que, enquanto eu remoía minhas entranhas e meu sentimento de auto-owned, da maneira menos emo possível eu acabei me tocando nesta teoria (que em breve poderá deixar de ser uma teoria e assumir o rótulo de postulado e, quem sabe, lei). Claro que por causa de meu momento "Tomei no cu Brasil!" a minha conclusão foi que as situações de "Puta merda, o que porras eu to fazendo aqui?" acontecem com mais frequência do que as "Caramba, que beleza eu estar aqui!", isso por que ao forçar minha memória, contei mais situações A do que situações B.

Seria isso uma tendência mundial ou sou só eu que me fodo com uma frequência grande demais? Se for, foda-se. O lance é que eu realmente encasquetei com essa teoria. Pensem bem, toda a vida de vocês pode ser resumida em 3 situações, sendo que a terceira é a situação em que você não dá a mínima para o que está acontecendo. O que isso tem de importante? Absolutamente nada, mas passa uma sensação de ser algo importanete de se pensar.

E falando em se foder com frequência, comecei a aprender a tocar gaita (em aprender, leia-se: soprar o dito instrumento da maneira menos horrenda possível, enquanto você se esforça pra fingir que aquela profusão de sons parece com alguma coisa que já chegou perto de ser uma melodia) porém a gaita que eu peguei emprestado - sim, afinal eu não pretendia gastar dinehiro logo assim, de cara - está com exatamente os buracos necessários para que eu pratique a canção mais simples que eu achei para praticar quebrados. Uma beleza não? O mais bonito é que a música só utiliza três buracos, a merda da gaita têm dezesseis e os únicos três buracos quebrados são os que eu preciso pra praticar. Puta os que pariu, viu.

Graças a isto eu terei que me abalar até uma porra duma loja de música, no centro da cidade, pra gastar trinta ou quarenta - excluindo a gasolina que irá ser gasta - pilas numa porra duma gaita. É bom que eu aprenda mesmo esta porra.

Eu não sei por que, mas me vejo pensando "Táqueopariu! Que que eu to fazendo nessa merda de centro da cidade?" daqui a dois dias. Espero que eu só esteja sendo absurdamente pessimista.

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